Prestamos atendimento médico especializado e gratuito via SUS para tratar os tumores oculares.

Serviço de atenção médica oftalmológica especializada em tumores oculares do Hospital das Clínicas - USP - Ribeirão Preto - SP.

Sobre

Os tumores oculares são de vários tipos, podem ser originados nas células do próprio olho ou pela metástase de tumores originados em outras partes do corpo, podendo ser benígnos ou malígnos. São lesões expansivas, geralmente nodulares que podem acometer qualquer estrutura ocular. Os tipos mais freqüentes são dois: o melanoma de coróide e o retinoblastoma.

O melanoma é um tipo de câncer que se desenvolve nas células que dão coloração à pele, olhos e cabelos. Essas células são chamadas melanócitos.

O melanoma geralmente aparece na pele, mas também pode se manifestar nos olhos. Quando isso acontece, os médicos chamam de melanoma ocular.

Alguns cânceres oculares se formam na superfície do olho e da pálpebra. Esses estão intimamente relacionados aos melanomas da pele em outras partes do seu corpo, porém o melanoma ocular também pode se formar dentro do olho.

As células cancerígenas crescem na úvea, uma camada de tecido sob a parte branca do olho. A úvea contém melanócitos. Melanoma uveal é outro nome para melanoma ocular.

Essa é a forma mais comum de câncer ocular em adultos, mas ainda assim é rara, elas acometem 6 pessoas em cada 1 milhão. Pode causar problemas de visão e pode ser grave caso se espalhe para outros órgãos. Ocorre normalmente em pessoas brancas entre com idade entre 60 a 70 anos, nesse caso observamos a presença de uma massa com coloração escura, negra e sólida no fundo de olho. O outro tumor mais comum é o retinoblastoma, mais freqüente em crianças e está relacionado a alterações genéticas. Ocorre com mais frequência em idades entre 1 a 3 anos. É possível notar uma massa de cor clara, quase branca no fundo do olho. As fotos caseiras com uso de luz de flash são comumente expoem o reflexo dessa massa na pupila, alertando para a necessidade de avaliação com urgência. Esses tumores devem ser diagnosticados e tratados o mais precocemente possível.

Nos olhos podem se desenvolver vários outros tipos de tumores, porém com menor freqüência e malignidade. É necessário acompanhar com o médico especialista que irá indicar o tratamento, podendo ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar, isto é, o oftalmologista, o oncologista clínico e outros.

Dr Rodrigo Jorge

Professor e Chefe da Divisão de Oftalmologia

Fundador e Coordenador dos Setores de Retina e Vitreo e do Setor de Oncologia Ocular do HCFMRP-USP

Cancerologista Pediatra com residência médica pelo IOP | GRAACC | UNIFESP.

Doutora em Pediatria pela Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto.

Membro do comitê de Retinoblastoma da SOBOPE - Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica.

Graduado pela FMRP-USP. Especialista em Oftalmologia, Mestrado em Oftalmologia e Doutorado em Ciências Médicas pela  USP. Título de especialista em Patologia pela Sociedade Brasileira de Patologia. Especialista em Patologia Ocular pela Harvard University. Pós-Doutorado na Eberhard-Karls Universität Tübingen, Alemanha.  

Equipe

Dra Maristella Bergamo Francisco dos Reis

Dr Fernando Chahud 

Médica assistente do serviço de oncohematologia pediátrica

Docente do Departamento de Patologia e Medicina Legal da FMRP-USP

Doenças

Especialidade Hospital das Clínicas: AMBULATÓRIO DE OFTALMO ONCOLOGICA (OFTONC)

Neste ambulatório são atendidos os casos abaixo:

1- Crianças com suspeita de retinoblastoma (C69.2): podem apresentar pupila branca ou leucocoria, estrabismo ou baixa de visão, geralmente entre nascimento e 4 anos de idade;

2- Adultos com Melanoma de coroide (C69.3): adultos com baixa de visão e/ou manchas fixas num determinado quadrante do campo visual;

3- Pacientes com Hemangiomas de coroide (H31.8; D18);

4- Pacientes com Hemangiomas da retina (H35.8; D18);

5- Pacientes com Tumores vasoproliferativos: alterações vasculares da periferia da retina (H35.8)

6- Pacientes com metástases na retina ou coroide (C69.9 ou C79) provenientes de outros tecidos como mama, pulmão, entre outros;

7- Linfomas da retina e coroide (C81, C82, C83, C84, C85).

Endereço

Localizado em: Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto

Endereço: Av. Bandeirantes, 3900 - HCRP
Monte Alegre - Ribeirão Preto - SP
CEP 14049-900
Tel. +55 (16) 3602-2523 - Fax: 3602-2860

Departamento de Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto

RETINOBLASTOMA

Câncer ocular mais comum e mais curável que acomete crianças, geralmente até 3 anos de idade, quanto mais cedo for descoberto maiores as chances de cura. Afeta a retina e pode causar a perda de visão.

MELANOMA DE CORÓIDE

Câncer ocular mais comum em adultos, também é chamado de melanoma ocular ou melanoma uveal. Visite o médico regularmente, pois quanto mais rápido for diagnosticado e tratado maior a chance de cura.

NEVUS DE CORÓIDE

Os nevus de coróide são tumores que surgem no fundo do olho como pintas, geralmente enegrecidas, normalmente são assintomáticos. Hà longo prazo podem afetar a circulação da coróide e provocar o surgimento de pequenos aneurismas conhecidos como pólipos.

METÁSTASES DE CORÓIDE

Metástases de coróide são pequenos tumores que aparecem nos olhos, são originados em outros órgãos e disseminados pela corrente sanguínea. As metástases de coróide representam a principal causa de tumor intraocular em adultos.

Dr Victor Evangelista de Faria Ferraz

Coordenador Médico do Centro de Medicina Genômica do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto

Médico pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto pela Universidade de São Paulo.

Residência Médica em Genética Médica pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. 

Doutorado em Ciências Biológicas (Biologia Genética) pela Universidade de São Paulo.

Docente do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, desde 2005.

Coordena o Ambulatório de Aconselhamento Genético do Câncer do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto

Colaborador do Ambulatório de Oftalmogenética do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto

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